(1º sem) (2° sem) (anual)
2025 59,73% 45,12% 51,39%
2024 41,15% 80,64% 58,63%
2023 73,23% 65,99% 69,62%
2022 58,44% 40,16% 47,89%
2021 60,65% 80,46% 71,44%
2020 66,06% 56,58% 61,38%
2019 78,86% 55,52% 66,73%
2018 78,76% 67,14% 72,69%
2017 81,10% 61,56% 69,96%
2016 73,14% 68,47% 70,71%
2015 49,05% 49,20% 49,12%
2014 43,45% 30,71% 35,98%
2013 48,49% 22,37% 33,58%
2012 45,91% 15,52% 27,45%
2011 67,71% 24,09% 40,11%
2010 66,53% 30,70% 44,55%
2009 80,14% 34,32% 51,25%
Meta: 50%
Aportes - proporção dos Aportes com relação aos Ganhos:
(1º sem) (2° sem) (anual)
2025 170,77% 46,79% 89,30%
2024 58,02% 18,56% 40,55%
2023 26,64% 33,88% 30,25%
2022 41,42% 59,71% 51,98%
2021 39,11% 19,34% 28,34%
2020 31,43% 42,26% 36,83%
2019 20,86% 44,22% 32,99%
2018 18,46% 31,73% 25,39%
2017 13,97% 35,84% 26,43%
2016 30,20% 19,73% 24,76%
2015 46,76% 48,74% 47,68%
2014 45,53% 57,84% 52,23%
2013 34,04% 65,88% 52,60%
2012 42,67% 67,89% 56,12%
2011 16,89% 67,45% 48,36%
2010 26,80% 61,16% 46,93%
2009 14,36% 59,37% 45,18%
*estimativa
Renda Passiva (Yield) da Carteira:
2025 10,01%
2024 6,68%
2023 9,84%
2022 8,21%
2021 9,69%
2020 4,89%
2019 5,98%
2018 6,20%
2017 3,73%
2016 3,51%
2015 4,35%
2014 10,14%
2013 11,82%
2012 9,17%
2011 7,52%
2010 5,00%
2009 8,89%
Meta: 10%
Uma vez apresentadas as variáveis, passo a comentá-las.
Com relação aos Ganhos:
Pelo 9º ano consecutivo tenho crescimento na minha renda ativa. De 2016 para cá ela cresceu 4,67 vezes, o que facilitou alcançar a proporção de gastos sobre os ganhos mesmo aumentando as despesas neste mesmo período (3,39 vezes).
Mas este é o copo meio cheio.
Para 2026, a projeção aponta que receberei 15,91% menos que o ano anterior, o que torna a missão de alcançar referida meta quase impossível sem a contenção de despesas.
Com relação aos Gastos:
Como o cenário base para os próximos semestres segue sendo de queda na renda ativa, uma boa forma de contorná-lo é atuar de forma inteligente nas despesas.
Com este objetivo em mente e aproveitando a folga orçamentária, antecipamos mais uma vez o aluguel em julho passado, o que tornou o orçamento mensal menos engessado desde então e possibilitou um incremento expressivo nos aportes.
Para os próximos semestres, o foco seguirá em conter as despesas variáveis, como forma de permanecer o mais próximo possível na meta de 50% dos ganhos.
Com relação aos Aportes:
O aporte de dinheiro novo no semestre ficou 337,41% acima do realizado no mesmo período de 2024. No ano, o resultado final foi 211,49% superior ao do ano anterior.
Com isso, comecei com o pé direito a nova meta decenal, a qual já foi 19,05% alcançada.
Com relação ao Yield:
A base de cálculo do Yield aqui apresentado é diferente da que divulgo mensalmente, pois ela leva em conta o patrimônio bruto (preço de compra, declarado no IRPF) do fechamento do ano anterior; já o Yield divulgado mês a mês tem por base o patrimônio bruto (preço de compra) do fechamento do mês em questão.
Em valores absolutos, houve um incremento de 148,14% nos proventos recebidos quando comparados ao segundo semestre de 2024. No ano, o resultado foi 77,02% maior que no ano anterior.
Além disso, o provento foi recorde em 7 dos 12 meses aqui analisados, mas só em dezembro observou-se influência externa (governo) neste quesito, dada a mudança na tributação dos dividendos.
Outro ponto a ser destacado com relação aos proventos recebidos é que eles corresponderam a 68,12% dos Gastos no semestre (65,84% no ano) e 39,65% do capital investido (27,48% no ano).
Ainda é muito cedo para sabermos como as mudanças aprovadas refletirão na renda passiva futura, mas é muito provável que as empresas optem por distribuir menos proventos aos seus acionistas a partir de 2026. Por enquanto, manterei a meta inalterada, mas é grande a chance da mesma sofrer uma redução para os próximos anos.
Acredito ser importante fazer também alguns esclarecimentos.
A meta de crescimento do patrimônio para 2025 era a mesma dos anos anteriores: 30%. No ano que passou ele cresceu 53,02%.
A divisão da carteira para 2025 ficou assim estabelecida: 80% ações e 20% TD. Mesmo aportando dinheiro novo em renda fixa, a diferença entre ambas permaneceu praticamente a mesma (92,62% e 7,38%).
Nos últimos seis meses de 2025 não houve troca de ativos na carteira, apenas acumulação daqueles que já faziam parte da mesma. Os aportes reforçaram as posições de Ambev, B3, Banco do Brasil, Grendene, Itaú, Lojas Renner, Metal Leve, M. Dias Branco, Taesa, Vale e Weg, além da compra de NTN-F 010135.
Assim, só não houve aporte em Porto Seguro no semestre, que não recebe novos aportes desde abril de 2024.
Para o semestre que se inicia já foram reinvestidos os cupons do Tesouro Direto em novas NTN-F 010135. Além disso, prosseguirei com o balanceamento da carteira, nos moldes do que já venho fazendo (aporte + reinvestimento).
Não planejo vender nenhum ativo; a tendência, hoje, é seguir incrementando as posições já possuídas e, havendo uma oportunidade, acrescentar algum(ns) ativo(s) à carteira.
Bom, era isso. Desejo a todos um excelente 2026!