sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Fechamento - Setembro 2018

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma valorização de 1,74% no mês (Ibovespa 3,48%)
... desvalorizou -1,54% no ano (Ibovespa 3,85%)
... tem uma rentabilidade histórica de 35,17
% (jan/2013)
... teve um crescimento do capital de 2,50% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 179,63% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 0,97% (no ano, 4,52%)
Yield do TD no mês: 0% (no ano, 8,12%*)
Yield em setembro: 0,85% (no ano, 4,97%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:






Ações:
ABEV3       9,13% 
CIEL3         6,48
GRND3      7,85%
ITUB3       10,55%
LREN3        5,98%
MDIA3        7,96%
PTBL3        5,56%
TAEE11      9,95%
VALE5       24,56% 
WEGE3     11,98%

TD:
NTN-F 010121 48,45% 
NTN-F 010123 15,55
NTN-F 010125 15,08%
NTN-F 010127 16,80%
NTN-F 010129   4,12%


Caso você goste de ouvir uma música enquanto lê o resumo do mês, deixo aqui uma sugestão: 




U2 e B. B. King - When Love Comes To Town



Mês mais calmo no trabalho e bastante divertido fora dele. Aos poucos as coisas voltam ao seu curso normal e eu acabo tendo mais qualidade de vida.

Como o foco deste blog não é minha vida pessoal, passemos aos números!




Proventos: 
ITUB3     R$0,015/ação

CIEL3   R$0,63/ação*

VALE3   R$1,28/ação*
*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Compra de setembro: Lojas Renner.


Proventos previstos para outubro: 
ITUB3     R$0,015/ação



Este foi o melhor mês de setembro no quesito proventos da minha carteira. O terceiro mês com recorde de proventos no ano (os outros foram março e maio).

Para o último trimestre não espero receber grandes valores, mas falta pouco para superar as marcas de 2013 e não muito mais para sonhar com as marcas alcançadas em 2014.

Sonhar não custa nada.

Bom, era isso. Um ótimo mês de outubro a todos!

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Proventos e Investimentos - Setembro 2018

Parcial de setembro: 


Carteira 0,48% x 0,15Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 0% no mês (8,12%* no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,015/ação
- CIEL3 R$0,63ação*
- VALE3 R$1,28/ação*

Yield de 0,98% no mês (4,55% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Aporte: Lojas Renner.

Bom, era isso. Bom final de setembro a todos!

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Fechamento - Agosto 2018

Atualização da carteira em 31/08/2018:

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma valorização de -1,01% no mês (Ibovespa -3,21%)
... desvalorizou -3,30% no ano (Ibovespa 0,36%)
... tem uma rentabilidade histórica de 33,10
% (jan/2013)
... teve um crescimento do capital de -1,19% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 172,80% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 0,73% (no ano, 3,58%)
Yield do TD no mês: 0% (no ano, 8,12%*)
Yield em agosto: 0,64% (no ano, 4,15%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:





Ações:
ABEV3       9,50% 
CIEL3         8,06
GRND3      8,46%
ITUB3       10,65%
LREN3        4,90%
MDIA3        8,67%
PTBL3        5,53%
TAEE11     10,13%
VALE5       22,30% 
WEGE3     11,80%

TD:
NTN-F 010121 48,91% 
NTN-F 010123 15,55
NTN-F 010125 14,94%
NTN-F 010127 16,54%
NTN-F 010129   4,06%


Caso você goste de ouvir uma música enquanto lê o resumo do mês, deixo aqui uma sugestão: 


PFM - Chi ha paura della notte




Mês corrido no trabalho, com as coisas se acertando na vida pessoal. Meu custo de vida segue sendo pressionado por causa da mudança, mas a partir de setembro já será menos. As pedras já estão se assentando e o resultado está ficando bem legal.

Como o foco deste blog não é minha vida pessoal, passemos aos números!




Proventos: 



ITUB3     R$0,74/ação* 
GRND3   R$0,03/ação
WEGE3   R$0,15/ação*
PTBL3     R$0,05/ação*
TAEE11   R$0,44/ação*

Compra de agosto: Lojas Renner.


Proventos previstos para setembro: 



ITUB3     R$0,015/ação

CIEL3      R$0,63/ação*
VALE3     R$1,28/ação*

Resumo do quadro: melhor agosto desde 2013 e melhor setembro da história da carteira no quesito proventos. É o que vem salvando o aporte nos últimos meses e, por consequência, fazendo o esforço maior de gerar receita para comprar ativos mensalmente em 2018.

Mas isso é ruim? Penso que não... Ruim seria não poder comprar nada ou pior: ter de vender alguma coisa para fechar o mês.

Quando tomamos a decisão de aprender a investir nosso dinheiro, nos deparamos com a máxima de que o mercado sempre tenta antecipar os desdobramentos futuros das empresas. O famoso subir no boato e descer no fato.

Nos momentos de divulgação de balanços o encontro da expectativa com a realidade fica bastante evidente para o mercado, o que reflete diretamente na cotação dos ativos que fazem parte da minha carteira.

Segue relação dos ativos da minha carteira de ações com seus resultados trimestrais e seu respectivo lucro anual:


Ambev:               R$ 2,424B      (R$ 5,022B)
Cielo:                 R$ 870M          (R$ 1,927B)
Grendene:          R$ 66M           (R$ 222M)
Itaú:                    R$ 5,894B       (R$ 12,451B)
Lojas Renner:    R$ 275M          (R$ 386M)
M. Dias Branco: R$ 210M          (R$ 350M)
Portobello:         R$ 96M            (R$ 103M)
Taesa:                R$ 259M          (R$ 476M)
Vale:                  R$ 331M          (R$ 5,505B)
Weg:                  R$ 339M          (R$ 627M)


Aí alguém poderia perguntar: mas se as empresas estão entregando bons resultados, por que a cotação vem caindo desde fevereiro? Bem... renda variável varia. E não varia apenas devido aos resultados individuais. 

Infelizmente estamos sendo penalizados pelo contexto internacional (Trump, Turquia, Argentina) e interno (eleições + descontrole do Governo). Isso prejudica a fotografia, mas os objetivos ainda são de longo prazo. Vida que segue.

Bom mês de setembro a todos!

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Proventos e Investimentos - Agosto 2018

Parcial de agosto: 


Carteira -0,13% x -0,77Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 0% no mês (8,12%* no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,74/ação*
- WEGE3 R$0,15/ação*
- GRND3 R$0,037/ação
- PTBL3 R$0,055/ação*
- TAEE11 R$0,44/ação*

Yield de 0,74% no mês (3,62% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Aporte: Lojas Renner.

Bom, era isso. Bom final de agosto a todos!

terça-feira, 31 de julho de 2018

Fechamento - Julho 2018

Atualização da carteira em 31/07/2018:

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma valorização de 6,41% no mês (Ibovespa 8,88%)
... desvalorizou -2,30% no ano (Ibovespa 3,69%)
... tem uma rentabilidade histórica de 34,37
% (jan/2013)
... teve um crescimento do capital de 6,80% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 176,10% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 0,09% (no ano, 2,88%)
Yield do TD no mês: 4,04% (no ano, 8,12%*)
Yield em julho: 0,59% (no ano, 3,54%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:







Ações:
ABEV3       9,70% 
CIEL3         7,62
GRND3      9,12%
ITUB3       11,24%
LREN3        4,34%
MDIA3        7,83%
PTBL3        6,17%
TAEE11     10,10%
VALE5       22,61% 
WEGE3     11,27%

TD:
NTN-F 010121 48,20% 
NTN-F 010123 15,57
NTN-F 010125 15,13%
NTN-F 010127 16,93%
NTN-F 010129   4,17%



Mais um mês de muita correria na vida pessoal e profissional. E desta vez sem reflexos financeiros, o que já é um alívio tremendo quando analisamos o quadro maior.



Sem mais rodeios, vamos aos números.



Proventos:

ITUB3                  R$0,015/ação
ABEV3                 R$0,16/ação
Cupons NTN-F    R$48,80/cupom


Compras de julho: NTNF010129 e Lojas Renner.

Proventos previstos para agosto: 

ITUB3     R$0,74/ação* 
GRND3   R$0,03/ação
WEGE3   R$0,15/ação*

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Também houve a aprovação do desdobramento das ações de Itaú, na proporção de 2:1, e a manutenção dos dividendos mensais no mesmo patamar (R$ 0,015/ação), mas ainda não há data -ex. 

Assim, a carteira passa a ter, oficialmente, 3 incrementos passivos na quantidade de ações (WEG, Grendene e Itaú) este ano. 

Não mudou nada no meu patrimônio atual, é bem verdade, porque todo provento é descontado do valor da ação, mas pode fazer toda diferença no longo prazo, já que cada sócio recebe proventos proporcionais à quantidade de ações que possui em carteira.


Na última semana de julho começou a divulgação dos balanços do segundo trimestre de 2018. As divulgações seguirão até a terceira semana de agosto.



Segue relação dos ativos da minha carteira de ações com seus respectivos resultados do 2t18 (ou a data de divulgação):

Ambev:               R$ 2,424B
Cielo:                 R$ 870M
Grendene:          R$ 66M
Itaú:                    R$ 5,894B
Lojas Renner:    R$ 275M
M. Dias Branco: (13/08/2018)
Portobello:         (09/08/2018)
Taesa:                (06/08/2017)
Vale:                   R$ 331M
Weg:                   R$ 339M

A análise do 2t18 será feito em agosto, com todos os números em mãos. Mas posso adiantar que nada tenho a me queixar acerca do já divulgado.

Bom, era isso. Um ótimo mês de agosto a todos!

terça-feira, 17 de julho de 2018

Proventos e Investimentos - Julho 2018

Parcial de julho: 


Carteira 7,30% x 7,38Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 4,04% no mês (8,12%* no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,015/ação
- ABEV3 R$0,16/ação

Yield de 0,10% no mês (2,91% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Aporte: Lojas Renner.

Bom, era isso. Bom final de julho a todos!

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Planejamento da carteira - controle, projeção e plano de ação para o segundo semestre 2018

Desde que estabeleci objetivos para o meu dinheiro, janeiro e julho deixaram de ser meros meses de balanço; eles passaram a ser mais importantes do que isto.

O fechamento do semestre passou a ser um ponto de chegada/partida importante para a análise do planejamento estabelecido. E como já expus 
aquiaquiaquiaquiaquiaquiaquiaquiaqui, e aqui, a pergunta que me faço nestas horas é "como estou me saindo?"

Eis a resposta atualizada, tendo por base os dados do 1° semestre de 2018:

Ganhos/Gastos (comparação com 2017)

                               (1° sem)        (2° sem)         (anual)
▲% dos Ganhos:  +23,26%        -11,39%*        +3,51%*
▲% dos Gastos:   +19,69%        -12,66%*        +3,46%*
*estimativa

Proporção dos Gastos com relação aos Ganhos:

             (1º sem)       (2° sem)        (anual)  
2018      78,76%        60,68%*        69,93%*
2017      81,10%        61,56%         69,96%
2016      73,14%        68,47%         70,71%
2015      49,05%        49,20%         49,12%
2014      43,45%        30,71%         35,98%
2013      48,49%        22,37%         33,58%
2012      45,91%        15,52%         27,45%
2011      67,71%        24,09%         40,11%
2010      66,53%        30,70%         44,55%
2009      80,14%        34,32%         51,25%
*estimativa

Meta: 50%

Aportes - proporção dos Aportes com relação aos Ganhos:

            (1º sem)      (2° sem)       (anual)
2018     18,46%        36,00%*      27,00%*
2017     13,97%        35,84%       26,43%
2016     30,20%        19,73%       24,76%
2015     46,76%        48,74%       47,68%
2014     45,53%        57,84%       52,23%
2013     34,04%        65,88%       52,60%
2012     42,67%        67,89%       56,12% 
2011     16,89%        67,45%       48,36%
2010     26,80%        61,16%       46,93% 
2009     14,36%        59,37%       45,18%
*estimativa


Renda Passiva (Yield) da Carteira:

2018       3,12%**
2017       3,73%
2016       3,51%
2015       4,35%
2014      10,14%
2013      11,82%
2012       9,17%
2011       7,52%
2010       5,00%
2009       8,89%

Meta: 5% 
**1º semestre


Uma vez apresentadas as variáveis, passo a comentá-las.


Com relação aos Ganhos:

Semestre de consolidação: o crescimento da renda ativa neste semestre e a previsão de queda para o próximo são fruto da troca de emprego, ocorrida em abril de 2017.

De um lado, acréscimo do salário nos 3 primeiros meses do ano; de outro, verbas indenizatórias decorrentes da mudança de cargo que, por serem extraordinárias, não são esperadas para o segundo semestre de 2018.

Com a consolidação deste novo patamar, já possuo meios de calcular quanto a mudança de cargo me beneficiou financeiramente: uma alta da renda ativa de aproximadamente 37% entre 2016 e 2018.


Com relação aos Gastos:
 
Em maio havia feito um esboço de como estava evoluindo bem a redução dos meus gastos ordinários. Não fosse a minha viagem de férias e seus custos de deslocamento terrestre, chip, alimentação, passeios, lembranças e compras diversas, todos pagos em moeda local (euros), eu demonstraria aqui uma bela redução nesta rubrica.

E então veio junho...

Para resumir: as despesas extraordinárias deste mês custarão quase 1 mês inteiro de renda ativa.

Como estas despesas têm um bom motivo, meu consolo é que posso considerá-las como investimento em qualidade de vida.rs

Com relação aos Aportes:

A meta de aporte semestral ficou 38,11% abaixo do planejado, valor este ligeiramente superior ao custo dos euros adquiridos em março.

Para o segundo semestre o objetivo é compensar com folga esta diferença.

Assim, a única herança das minhas férias serão as boas lembranças.

Com relação ao Yield:

A base de cálculo do Yield aqui apresentado é diferente da que divulgo mensalmente, pois ela leva em conta o patrimônio bruto (preço de compra) do fechamento do ano anterior; já o Yield divulgado mês a mês tem por base o patrimônio bruto (preço de compra) do fechamento do mês em questão.

Em valores absolutos, houve um acréscimo de 51,85% nos proventos recebidos quando comparados ao mesmo período de 2017. Isso já corresponde a 76,27% de tudo que recebi neste quesito em 2017.

E, de quebra, os meses de março e maio bateram recordes de rendimento na comparação com seus pares dos anos anteriores.

Outro ponto a ser destacado com relação aos proventos recebidos é que eles corresponderam a 30,24% dos Gastos no semestre (35,01%, se excluirmos a compra dos euros desta conta).

Acredito ser importante fazer também alguns esclarecimentos.

A meta de crescimento do patrimônio para 2018 é a mesma dos anos anteriores: 30%. No semestre ele decresceu -8,22%.

A divisão da carteira para 2018 ficou assim estabelecida: 80% Ações e 20% TD. Em junho ela se manteve longe disso (87-13).

Sei que a concentração em RV é um tanto perigosa, mas é um risco que o tamanho ainda reduzido do meu patrimônio, minha pouca idade e o momento da bolsa me encorajam a correr.

Nos primeiros seis meses de 2018 acrescentei um novo ativo à carteira: Lojas Renner. Além dela, os aportes reforçaram as posições de Cielo, M. Dias Branco, Portobello, Taesa e Weg.

Até aqui não houve aporte em Ambev, Grendene, Itaú e Vale. Itaú vem sem novos aportes desde 2016.

Para o próximo semestre já foram reinvestidos os cupons do TD (NTN-F 010129) e prosseguirei com o balanceamento da carteira, nos moldes do que já venho fazendo (aporte + reinvestimento). O acréscimo de um novo papel está, num primeiro momento, descartado, uma vez que o ideal, no meu ponto de vista, é balancear os 10 ativos que possuo atualmente na RV antes de pensar em acrescentar o próximo. Muito mais pelo aporte ser de formiguinha do que pela necessidade de diversificação.


Bem, era isso. Desejo a todos um ótimo segundo semestre!