quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Proventos e Investimentos - Agosto 2018

Parcial de agosto: 


Carteira -0,13% x -0,77Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 0% no mês (8,12%* no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,74/ação*
- WEGE3 R$0,15/ação*
- GRND3 R$0,037/ação
- PTBL3 R$0,055/ação*
- TAEE11 R$0,44/ação*

Yield de 0,74% no mês (3,62% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Aporte: Lojas Renner.

Bom, era isso. Bom final de agosto a todos!

terça-feira, 31 de julho de 2018

Fechamento - Julho 2018

Atualização da carteira em 31/07/2018:

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma valorização de 6,41% no mês (Ibovespa 8,88%)
... desvalorizou -2,30% no ano (Ibovespa 3,69%)
... tem uma rentabilidade histórica de 34,37
% (jan/2013)
... teve um crescimento do capital de 6,80% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 176,10% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 0,09% (no ano, 2,88%)
Yield do TD no mês: 4,04% (no ano, 8,12%*)
Yield em julho: 0,59% (no ano, 3,54%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:







Ações:
ABEV3       9,70% 
CIEL3         7,62
GRND3      9,12%
ITUB3       11,24%
LREN3        4,34%
MDIA3        7,83%
PTBL3        6,17%
TAEE11     10,10%
VALE5       22,61% 
WEGE3     11,27%

TD:
NTN-F 010121 48,20% 
NTN-F 010123 15,57
NTN-F 010125 15,13%
NTN-F 010127 16,93%
NTN-F 010129   4,17%



Mais um mês de muita correria na vida pessoal e profissional. E desta vez sem reflexos financeiros, o que já é um alívio tremendo quando analisamos o quadro maior.



Sem mais rodeios, vamos aos números.



Proventos:

ITUB3                  R$0,015/ação
ABEV3                 R$0,16/ação
Cupons NTN-F    R$48,80/cupom


Compras de julho: NTNF010129 e Lojas Renner.

Proventos previstos para agosto: 

ITUB3     R$0,74/ação* 
GRND3   R$0,03/ação
WEGE3   R$0,15/ação*

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Também houve a aprovação do desdobramento das ações de Itaú, na proporção de 2:1, e a manutenção dos dividendos mensais no mesmo patamar (R$ 0,015/ação), mas ainda não há data -ex. 

Assim, a carteira passa a ter, oficialmente, 3 incrementos passivos na quantidade de ações (WEG, Grendene e Itaú) este ano. 

Não mudou nada no meu patrimônio atual, é bem verdade, porque todo provento é descontado do valor da ação, mas pode fazer toda diferença no longo prazo, já que cada sócio recebe proventos proporcionais à quantidade de ações que possui em carteira.


Na última semana de julho começou a divulgação dos balanços do segundo trimestre de 2018. As divulgações seguirão até a terceira semana de agosto.



Segue relação dos ativos da minha carteira de ações com seus respectivos resultados do 2t18 (ou a data de divulgação):

Ambev:               R$ 2,424B
Cielo:                 R$ 870M
Grendene:          R$ 66M
Itaú:                    R$ 5,894B
Lojas Renner:    R$ 275M
M. Dias Branco: (13/08/2018)
Portobello:         (09/08/2018)
Taesa:                (06/08/2017)
Vale:                   R$ 331M
Weg:                   R$ 339M

A análise do 2t18 será feito em agosto, com todos os números em mãos. Mas posso adiantar que nada tenho a me queixar acerca do já divulgado.

Bom, era isso. Um ótimo mês de agosto a todos!

terça-feira, 17 de julho de 2018

Proventos e Investimentos - Julho 2018

Parcial de julho: 


Carteira 7,30% x 7,38Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 4,04% no mês (8,12%* no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,015/ação
- ABEV3 R$0,16/ação

Yield de 0,10% no mês (2,91% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Aporte: Lojas Renner.

Bom, era isso. Bom final de julho a todos!

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Planejamento da carteira - controle, projeção e plano de ação para o segundo semestre 2018

Desde que estabeleci objetivos para o meu dinheiro, janeiro e julho deixaram de ser meros meses de balanço; eles passaram a ser mais importantes do que isto.

O fechamento do semestre passou a ser um ponto de chegada/partida importante para a análise do planejamento estabelecido. E como já expus 
aquiaquiaquiaquiaquiaquiaquiaquiaqui, e aqui, a pergunta que me faço nestas horas é "como estou me saindo?"

Eis a resposta atualizada, tendo por base os dados do 1° semestre de 2018:

Ganhos/Gastos (comparação com 2017)

                               (1° sem)        (2° sem)         (anual)
▲% dos Ganhos:  +23,26%        -11,39%*        +3,51%*
▲% dos Gastos:   +19,69%        -12,66%*        +3,46%*
*estimativa

Proporção dos Gastos com relação aos Ganhos:

             (1º sem)       (2° sem)        (anual)  
2018      78,76%        60,68%*        69,93%*
2017      81,10%        61,56%         69,96%
2016      73,14%        68,47%         70,71%
2015      49,05%        49,20%         49,12%
2014      43,45%        30,71%         35,98%
2013      48,49%        22,37%         33,58%
2012      45,91%        15,52%         27,45%
2011      67,71%        24,09%         40,11%
2010      66,53%        30,70%         44,55%
2009      80,14%        34,32%         51,25%
*estimativa

Meta: 50%

Aportes - proporção dos Aportes com relação aos Ganhos:

            (1º sem)      (2° sem)       (anual)
2018     18,46%        36,00%*      27,00%*
2017     13,97%        35,84%       26,43%
2016     30,20%        19,73%       24,76%
2015     46,76%        48,74%       47,68%
2014     45,53%        57,84%       52,23%
2013     34,04%        65,88%       52,60%
2012     42,67%        67,89%       56,12% 
2011     16,89%        67,45%       48,36%
2010     26,80%        61,16%       46,93% 
2009     14,36%        59,37%       45,18%
*estimativa


Renda Passiva (Yield) da Carteira:

2018       3,12%**
2017       3,73%
2016       3,51%
2015       4,35%
2014      10,14%
2013      11,82%
2012       9,17%
2011       7,52%
2010       5,00%
2009       8,89%

Meta: 5% 
**1º semestre


Uma vez apresentadas as variáveis, passo a comentá-las.


Com relação aos Ganhos:

Semestre de consolidação: o crescimento da renda ativa neste semestre e a previsão de queda para o próximo são fruto da troca de emprego, ocorrida em abril de 2017.

De um lado, acréscimo do salário nos 3 primeiros meses do ano; de outro, verbas indenizatórias decorrentes da mudança de cargo que, por serem extraordinárias, não são esperadas para o segundo semestre de 2018.

Com a consolidação deste novo patamar, já possuo meios de calcular quanto a mudança de cargo me beneficiou financeiramente: uma alta da renda ativa de aproximadamente 37% entre 2016 e 2018.


Com relação aos Gastos:
 
Em maio havia feito um esboço de como estava evoluindo bem a redução dos meus gastos ordinários. Não fosse a minha viagem de férias e seus custos de deslocamento terrestre, chip, alimentação, passeios, lembranças e compras diversas, todos pagos em moeda local (euros), eu demonstraria aqui uma bela redução nesta rubrica.

E então veio junho...

Para resumir: as despesas extraordinárias deste mês custarão quase 1 mês inteiro de renda ativa.

Como estas despesas têm um bom motivo, meu consolo é que posso considerá-las como investimento em qualidade de vida.rs

Com relação aos Aportes:

A meta de aporte semestral ficou 38,11% abaixo do planejado, valor este ligeiramente superior ao custo dos euros adquiridos em março.

Para o segundo semestre o objetivo é compensar com folga esta diferença.

Assim, a única herança das minhas férias serão as boas lembranças.

Com relação ao Yield:

A base de cálculo do Yield aqui apresentado é diferente da que divulgo mensalmente, pois ela leva em conta o patrimônio bruto (preço de compra) do fechamento do ano anterior; já o Yield divulgado mês a mês tem por base o patrimônio bruto (preço de compra) do fechamento do mês em questão.

Em valores absolutos, houve um acréscimo de 51,85% nos proventos recebidos quando comparados ao mesmo período de 2017. Isso já corresponde a 76,27% de tudo que recebi neste quesito em 2017.

E, de quebra, os meses de março e maio bateram recordes de rendimento na comparação com seus pares dos anos anteriores.

Outro ponto a ser destacado com relação aos proventos recebidos é que eles corresponderam a 30,24% dos Gastos no semestre (35,01%, se excluirmos a compra dos euros desta conta).

Acredito ser importante fazer também alguns esclarecimentos.

A meta de crescimento do patrimônio para 2018 é a mesma dos anos anteriores: 30%. No semestre ele decresceu -8,22%.

A divisão da carteira para 2018 ficou assim estabelecida: 80% Ações e 20% TD. Em junho ela se manteve longe disso (87-13).

Sei que a concentração em RV é um tanto perigosa, mas é um risco que o tamanho ainda reduzido do meu patrimônio, minha pouca idade e o momento da bolsa me encorajam a correr.

Nos primeiros seis meses de 2018 acrescentei um novo ativo à carteira: Lojas Renner. Além dela, os aportes reforçaram as posições de Cielo, M. Dias Branco, Portobello, Taesa e Weg.

Até aqui não houve aporte em Ambev, Grendene, Itaú e Vale. Itaú vem sem novos aportes desde 2016.

Para o próximo semestre já foram reinvestidos os cupons do TD (NTN-F 010129) e prosseguirei com o balanceamento da carteira, nos moldes do que já venho fazendo (aporte + reinvestimento). O acréscimo de um novo papel está, num primeiro momento, descartado, uma vez que o ideal, no meu ponto de vista, é balancear os 10 ativos que possuo atualmente na RV antes de pensar em acrescentar o próximo. Muito mais pelo aporte ser de formiguinha do que pela necessidade de diversificação.


Bem, era isso. Desejo a todos um ótimo segundo semestre!

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Fechamento - Junho 2018

Atualização da carteira em 29/06/2018:

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma desvalorização de -3,99% no mês (Ibovespa -5,20%)
... desvalorizou -8,22% no ano (Ibovespa -4,76%)
... tem uma rentabilidade histórica de 26,40
% (jan/2013)
... teve um crescimento do capital de -3,84% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 158,53% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 0,005% (no ano, 2,83%)
Yield do TD no mês: 0% (no ano, 4,28%*)
Yield em junho: 0,004% (no ano, 2,99%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:



Ações:
ABEV3       9,68% 
CIEL3         9,45
GRND3      9,99%
ITUB3       10,87%
LREN3        3,46%
MDIA3        8,18%
PTBL3        5,65%
TAEE11     10,06%
VALE5      22,02% 
WEGE3    10,64%

TD:
NTN-F 010121 50,61% 
NTN-F 010123 16,23
NTN-F 010125 15,70%
NTN-F 010127 17,46%


Resumo de junho: já vai tarde.

Mês carregado na vida pessoal, recheado de imprevistos e problemas que, felizmente, puderam ser resolvidos com muito diálogo e algum dinheiro.

A má notícia é que este dinheiro teve de sair do aporte, reduzido à metade devido às contingências.

No aspecto financeiro, mês ruim na rentabilidade da carteira e fraco na renda passiva.

Alguém poderia me perguntar se fico preocupado por ter 4 meses de rentabilidade negativa seguidos na carteira. 

Não. 

Tenho para mim que a carteira vem aguentando bem diante das circunstâncias.

O que me preocupa mesmo é não estar conseguindo aportar os valores programados, principalmente num momento em que o mesmo dinheiro compra uma maior quantidade de ativos.

Para julho, a expectativa é de que a minha vida volte à normalidade. Até para justificar o empenho em desatar todos os nós agora em junho.

Proventos:

ITUB3 R$ 0,015/ação

Yield de 0,005% no mês (2,83% no ano)

Também houve o desmembramento de Grendene, na proporção de 1:3.

Há quem não goste desses desmembramentos e bonificações. Para mim, quanto mais ações tiver, melhor. Se não precisar tirar do bolso para conseguir mais, então... melhor ainda.

Inclusive, existe proposta de desmembramento para as ações do Itaú, na proporção de 2:1 e manutenção dos dividendos mensais no mesmo patamar. Na prática, esse provento fixo será incrementado em 50% e a única contrapartida é deixar tudo como está.

Compras de junho: Lojas Renner (LREN3)

Proventos previstos para julho: 

ITUB3  (R$ 0,015/ação) 
ABEV3 (R$ 0,16/ação)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Bom, era isso. Um excelente segundo semestre a todos!


sábado, 16 de junho de 2018

Proventos e Investimentos - Junho 2018

Parcial de junho: 


Carteira -4,60% x -8,38% Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 0,0% no mês (4,07%* no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,015/ação

Yield de 0,005% no mês (2,83% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Aporte: Lojas Renner.

Bom, era isso. Bom final de junho a todos!

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Fechamento - Maio 2018

Atualização da carteira em 30/05/2018:

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma desvalorização de -6,92% no mês (Ibovespa -10,87%)
... desvalorizou -4,41% no ano (Ibovespa 0,46%)
... tem uma rentabilidade histórica de 31,72
% (jan/2013)
... teve um crescimento do capital de -6,48% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 168,85% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 1,22% (no ano, 2,82%)
Yield do TD no mês: 0% (no ano, 4,28%*)
Yield em maio: 1,07% (no ano, 3,00%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:







Ações:
ABEV3      10,17% 
CIEL3         9,30
GRND3      9,42%
ITUB3       11,10%
LREN3        2,87%
MDIA3        8,81%
PTBL3        5,99%
TAEE11      9,94%
VALE5      21,58% 
WEGE3    10,82%

TD:
NTN-F 010121 50,64% 
NTN-F 010123 16,23
NTN-F 010125 15,68%
NTN-F 010127 17,45%


Paralizações. Protestos. Em alguns locais, anarquia.

Basta algo fora do lugar que todo o país mergulha de cabeça num completo vazio. Mesquinhez de alguns, ganância de outros... e egoísmo, puro e simples, de muitos. 

É de chorar, viu?

Mas voltemos ao que interessa... 

Maio foi um mês excepcional na renda passiva. O melhor da série histórica, a exemplo de março.

Com as despesas domésticas sob controle, este extra turbinou meu aporte, que pôde ser um pouco mais pulverizado que o de costume.

De quebra, o Itaú informou, em fato relevante, que pretende desdobrar suas ações numa proporção de 2:1, mantendo os proventos mensais nos patamares atuais.

A notícia é boa por dois motivos: primeiro porque aumenta a quantidade de ações na carteira, coia que não ocorria desde 2016 frente a sua forte valorização; segundo porque a empresa garantiu os proventos mínimos obrigatórios em R$0,015/ação, o que na prática irá aumentar em 50% os proventos que recebo todo primeiro dia útil do mês.

Como nem tudo são flores, a rentabilidade mensal foi sofrível, em grande parte fruto da manifestação dos caminhoneiros, e em pequena parte fruto da divulgação de resultados do 1t18.

A carteira recuou quase 6 meses no tempo, retornando aos níveis observados entre novembro e dezembro de 2017.

Preocupa? Um pouco... mas renda variável tem dessas mesmo.


Proventos:

- ITUB3 R$0,015/ação
- GRND3 R$0,73/ação*
- PTBL3 R$0,13/ação*
- TAEE11 R$1,17/ação*

Yield de 1,22% no mês (2,82% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.


Compras de maio: Lojas Renner (LREN3), M. Dias Branco (MDIA3) e Portobello (PTBL3)

Proventos previstos para junho: 

ITUB3  (R$0,015/ação) 

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Também existe previsão de desmembramento de Grendene para junho, na proporção de 1:3.

Há quem não goste desses desmembramentos e bonificações. Para mim, quanto mais ações tiver, melhor. Se não precisar tirar do bolso para conseguir mais, então... melhor ainda.

Na última semana de abril começou a divulgação dos balanços do primeiro trimestre de 2018. As divulgações seguirão até a segunda semana de maio.

Segue relação dos ativos da minha carteira de ações com seus respectivos resultados do 1t18:

Ambev:              R$ 2,598B
Cielo:                 R$ 1,057B
Grendene:         R$ 156M
Itaú:                   R$ 6,557B
Lojas Renner     R$ 111M
M. Dias Branco R$ 140M
Portobello:         R$ 7M
Taesa:               R$ 217M
Vale:                 R$ 5,174B
Weg:                 R$ 288M

Bom, era isso. Um ótimo mês de junho a todos!