sábado, 16 de fevereiro de 2019

Proventos e Investimentos - Fevereiro 2019

Parcial de fevereiro: 


Carteira -0,76% x 0,14% Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 0% no mês (4,25%* no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,015/ação 

Yield de 0,007% no mês (0,014% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.


Compras do mês: M. Dias Branco.

Bom, era isso. Um ótimo final de fevereiro a todos!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Fechamento - Janeiro 2019

Atualização da carteira em 31/01/2019:

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma valorização de 6,61% no mês (Ibovespa 10,82%)
... valorizou 6,61% no ano (Ibovespa 10,82%)
... tem uma rentabilidade histórica de 46,96
%
... teve um crescimento do capital de 6,64% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 216,03% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 0,007% (no ano, 0,007%)
Yield do TD no mês: 4,25%* (no ano, 4,25%*)
Yield em janeiro: 0,54% (no ano, 0,54%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:



Ações:
ABEV3       8,25% 
CIEL3         5,96
GRND3     10,13%
ITUB3       12,30%
LREN3        8,83%
MDIA3         8,84%
PTBL3        7,20%
TAEE11     11,41%
VALE5       16,65% 
WEGE3     10,43%

TD:
NTN-F 010121 44,36% 
NTN-F 010123 14,94
NTN-F 010125 14,98%
NTN-F 010127 17,12%
NTN-F 010129   8,60%


O Brasil não é um país sério. 

Ivan Lessa afirmou certa vez que "de 15 em 15 anos, o Brasil esquece do que aconteceu nos últimos 15 anos". Só que o escritor se referia a um país rural, analógico... muito diferente do Brasil digital que vivenciamos hoje. 

Tem vezes que a memória coletiva não alcança 2 semanas.

Infelizmente, isso tem um preço... no caso mais recente, a letargia política, a morosidade judiciária e a cumplicidade social nos custaram 110 mortos, 238 desaparecidos, 1 bacia hidrográfica comprometida e algumas dezenas de anos para restaurar toda uma região soterrada por 13 milhões de metros cúbicos de rejeito de minério.

E isso tem solução? Tem... mas nessas horas você lembra que a maior parte da população já esqueceu em quem votou na última eleição. Aí a esperança manda lembranças e parte, provavelmente de mãos dadas com o acervo do Museu Nacional.

Mas vamos aos números, porque remoer essas coisas desanimam demais e o foco precisa ser o longo prazo. Independente da barca furada em que nos metemos, a nossa vida precisa seguir.

Proventos:

- ITUB3 R$0,015/ação 
- Cupons NTN-F: R$39,07/cupom*

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Compras de janeiro: Lojas Renner, M. Dias Branco e NTN-F 010129 (este ainda em dezembro, antecipando os cupons que foram recebidos).

Proventos previstos para fevereiro: ITUB3 (R$0,015/ação).

Bom, era isso. Um menos tumultuado mês de fevereiro a todos.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Proventos e Investimentos - Janeiro 2019

Parcial de janeiro: 


Carteira 7,36% x 8,49% Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 4,25%* no mês (4,25%* no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,015/ação 

Yield de 0,007% no mês (0,007% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.


Compras do mês: Lojas Renner e M. Dias Branco.

Bom, era isso. Um ótimo final de janeiro a todos!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Planejamento da carteira - controle, projeção e plano de ação para o primeiro semestre 2019

Desde que estabeleci objetivos para o meu dinheiro, janeiro e julho deixaram de ser meros meses de balanço; eles passaram a ser mais importantes do que isto.


O fechamento do semestre passou a ser um ponto de chegada/partida importante para a análise do planejamento estabelecido. E como já expus aquiaquiaquiaquiaquiaquiaquiaquiaquiaqui e aqui, a pergunta que me faço nestas horas é "como estou me saindo?"

Eis a resposta atualizada, tendo por base os dados do 2° semestre de 2018:

Ganhos/Gastos (comparação com 2017)

                               (1° sem)        (2° sem)         (anual)
▲% dos Ganhos:  +23,26%          +1,78%       +11,01%
▲% dos Gastos:   +19,69%        +11,01%       +15,33%
*estimativa

Proporção dos Gastos com relação aos Ganhos:

             (1º sem)       (2° sem)        (anual)  
2018      78,76%        67,14%         72,69%
2017      81,10%        61,56%         69,96%
2016      73,14%        68,47%         70,71%
2015      49,05%        49,20%         49,12%
2014      43,45%        30,71%         35,98%
2013      48,49%        22,37%         33,58%
2012      45,91%        15,52%         27,45%
2011      67,71%        24,09%         40,11%
2010      66,53%        30,70%         44,55%
2009      80,14%        34,32%         51,25%

Meta: 30%; Desejável: 50%

Aportes - proporção dos Aportes com relação aos Ganhos:

            (1º sem)      (2° sem)       (anual)
2018     18,46%        31,73%       25,39%
2017     13,97%        35,84%       26,43%
2016     30,20%        19,73%       24,76%
2015     46,76%        48,74%       47,68%
2014     45,53%        57,84%       52,23%
2013     34,04%        65,88%       52,60%
2012     42,67%        67,89%       56,12% 
2011     16,89%        67,45%       48,36%
2010     26,80%        61,16%       46,93% 
2009     14,36%        59,37%       45,18%


Renda Passiva (Yield) da Carteira:

2018       6,20%
2017       3,73%
2016       3,51%
2015       4,35%
2014      10,14%
2013      11,82%
2012       9,17%
2011       7,52%
2010       5,00%
2009       8,89%

Meta: 5% 

Uma vez apresentadas as variáveis, passo a comentá-las.


Com relação aos Ganhos:

Semestre de consolidação. E de superação.

A queda da renda ativa já era esperada, mas foi menor do que o previsto em julho deste ano. Posso creditar isto à própria previsão de queda, porque ela me fez trabalhar em maneiras de compensar isso de forma definitiva (promoções) e de forma extraordinária (substituições). 

Esta estratégia, que mais parece uma contra-ofensiva, rendeu bons frutos agora e me traz excelentes perspectivas para o próximo semestre, já que ele também tinha uma previsão negativa nos ganhos e, agora, tem grandes chances de ser um semestre bastante positivo. A conferir.


Com relação aos Gastos:
 
Aqui o sinal vermelho acendeu em julho, como já explicado no controle anterior

De fato, ganhei qualidade de vida ao remover em definitivo as 'pedras' que estavam no meio do caminho mas, por mais nobres que tenham sido os motivos, eles não me deixaram numa posição  de caixa livre confortável. E isso prejudicou, inclusive, o meu poder de aporte, que tratarei mais adiante.

Por acreditar ser inadmissível estar tão distante da meta desejável de longo prazo (50%), mesmo sabendo que, por ora, a meta possível seja de 35~40%, para 2019 o foco nesta rubrica segue sendo prioridade por aqui.


Com relação aos Aportes:

O aporte anual ficou 10,85% abaixo do planejado anual e 4,57% abaixo da meta decenal (2015-2024), resultado direto do desajuste nos gastos dos últimos quatro semestres.

Para 2019 o foco será corrigir estas distorções e colocar o que é de minha inteira responsabilidade nos trilhos. Ainda é uma correção de rota pequena e isso precisa ser aproveitado o quanto antes, porque as projeções de longo prazo dependem necessariamente do que faço com meu dinheiro hoje.

Com relação ao Yield:

A base de cálculo do Yield aqui apresentado é diferente da que divulgo mensalmente, pois ela leva em conta o patrimônio bruto (preço de compra) do fechamento do ano anterior; já o Yield divulgado mês a mês tem por base o patrimônio bruto (preço de compra) do fechamento do mês em questão.

Em valores absolutos, houve um acréscimo de 72,49% nos proventos recebidos quando comparados ao mesmo período de 2017 - o que resultou num rendimento passivo 54,29% superior ao do ao passado inteiro.

2018 só não foi o melhor ano de renda passiva  por míseros 2%. Esta foi a diferença entre ele e 2014.

Mas aqui ele possui uma vantagem sensacional: há 4 anos atrás eu ainda realizava trades, coisa que abandonei em definitivo a partir de 2015. Assim, é possível afirmar que a renda passiva deste ano representa melhor a capacidade geradora de renda da carteira que a realizada à época.

Outro ponto a ser destacado com relação aos proventos recebidos é que eles corresponderam a 33,22% dos Gastos no semestre (31,68% no ano).

Um crescimento expressivo com relação aos anos anteriores, mas ainda distante do cenário existente em 2014, onde esses mesmos valores foram capazes de arcar com a totalidade das despesas anuais.

Acredito ser importante fazer também alguns esclarecimentos.

A meta de crescimento do patrimônio para 2018 é a mesma dos anos anteriores: 30%. No ano ele cresceu 7,32%.

A divisão da carteira para 2018 ficou assim estabelecida: 80% Ações e 20% TD. Em dezembro ela se manteve longe disso (87% e 13%).

Sei que a concentração em RV é um tanto perigosa, mas é um risco que o tamanho ainda reduzido do meu patrimônio, minha pouca idade e o momento da bolsa me encorajam a correr.

Nos últimos seis meses de 2018 não houve acréscimos à carteira, apenas rebalanceamentos. Os aportes reforçaram as posições de Ambev, Cielo, Grendene, Lojas Renner, M. Dias Branco e Weg.

Itaú segue sem novos aportes desde 2016. Vale, desde 2017.

Para o próximo semestre já foram reinvestidos os cupons do TD (NTN-F 010129) e prosseguirei com o balanceamento da carteira, nos moldes do que já venho fazendo (aporte + reinvestimento).

O acréscimo de um novo papel está, num primeiro momento, descartado, uma vez que o ideal, no meu ponto de vista, é balancear os 10 ativos que possuo atualmente na RV antes de pensar em acrescentar outro(s). Muito mais pelo aporte ser pequeno do que pela necessidade de diversificação.

Bom, era isso. Desejo a todos um ótimo primeiro semestre!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Redução da taxa de custódia da B3 para o Tesouro Direto

Muita gente ainda não sabe, mas 2019 começou com uma boa notícia para quem investe no Tesouro Direto.

Depois de algumas instituições financeiras terem reduzido/eliminado as suas taxas de custódia para aplicações em títulos públicos federais, agora foi a vez da B3 fazer a sua parte.

A partir de 01/01/2019, a taxa de custódia anual cobrada por ela passa de 0,30% para 0,25%. Segue cópia do e-mail que todos recebemos ontem, onde somos informados desta mudança:




A redução foi tímida, mas reflete o entendimento de que a época dos juros altos no Brasil ficou para trás. Reflete também o fato de que o pequeno investidor passou a prestar mais atenção em outras variáveis antes de alocar o seu dinheiro.

Fica a torcida para que a presente redução não seja a última.

Um excelente janeiro a todos!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Fechamento - Dezembro 2018

Atualização da carteira em 28/12/2018:

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma valorização de 0,19% no mês (Ibovespa -1,86%)
... valorizou 1,45% no ano (Ibovespa 15,03%)
... tem uma rentabilidade histórica de 37,86
%
... teve um crescimento do capital de 1,81% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 196,36% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 0,54% (no ano, 5,41%)
Yield do TD no mês: 0% (no ano, 7,71%)
Yield em dezembro: 0,47% (no ano, 5,70%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:






Ações:
ABEV3       7,79% 
CIEL3         4,77
GRND3      9,77%
ITUB3       12,08%
LREN3        8,46%
MDIA3         8,41%
PTBL3        6,96%
TAEE11     11,25%
VALE5       20,05% 
WEGE3     10,46%

TD:
NTN-F 010121 44,70% 
NTN-F 010123 14,91
NTN-F 010125 14,85%
NTN-F 010127 17,00%
NTN-F 010129   8,54%


Caso você goste de ouvir uma música enquanto lê o resumo do mês, deixo aqui uma sugestão: 


Metallica - Christmas Lights


Mais um ano que termina. Mais um ano que começa. 

A marcação do tempo segue seu ritmo e os nossos objetivos, com muito esforço e um pouco de sorte, ficam 12 meses mais próximos da realidade.

A passagem de ano também marca a reta final das minhas férias. Assim, posso dizer que felicidade não define exatamente meu sentimento presente, mas também não é motivo suficiente para me queixar de 2019.

A carteira rendeu menos que a inflação? Rendeu... mas a vida não se resume a dinheiro, graças a Deus. Esta é a função do blog.rs

Vamos aos números!

Proventos:

ITUB3 R$0,015/ação 
ABEV3 R$0,27/ação*
CIEL3 R$0,31/ação*
TAEE11 R$0,30/ação*

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

2018 foi o melhor ano de proventos decorrentes da carteira de ações e, por muito pouco (~2%), não superou o valor global de 2014.

Ainda é cedo para saber se em 2019 conseguirei ultrapassar esta marca, mas a carteira vem crescendo mês a mês. A conferir.

Compras de dezembro: Grendene, Weg (aporte + proventos) e NTN-F 010129 (antecipação dos cupons a serem pagos em 02/02/2019).

Proventos previstos para janeiro:

ITUB3 R$0,015/ação 


Bom, era isso. Desejo um feliz e próspero 2019 a todos!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Proventos e Investimentos - Dezembro 2018

Parcial de dezembro: 


Carteira -0,04% x -3,52% Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 0% no mês (8,12%* no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,015/ação 
- ABEV3 R$0,27/ação*
- CIEL3 R$0,31/ação*
- TAEE11 R$0,30/ação*

Yield de 0,54% no mês (5,44%* no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Agora é oficial: 2018 é o melhor ano de proventos decorrentes da carteira de ações. Por muito pouco não superou 2014 (~2%), mas ainda assim considero este resultado fantástico!

Compras do mês: Grendene e Weg.

Bom, era isso. Um ótimo final de ano a todos!