quinta-feira, 20 de julho de 2017

Proventos e Investimentos - Julho 2017

Parcial de julho: 


Carteira 5,36% x 3,62% Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 4,05%* no mês (7,91%* no ano)

FII (dividendos)

Yield de 0% no mês (2,52% no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,015/ação
- ABEV3 R$0,16/ação

Yield de 0,08% no mês (1,76% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Aporte: Taesa.

Aproveito para informar que entrei em contato com a minha Corretora, para aderir à conversão das ações da Vale.

Bom, era isso. Bom final de julho a todos!

sábado, 8 de julho de 2017

Planejamento da carteira - controle, projeção e plano de ação para o segundo semestre 2017

Desde que estabeleci objetivos para o meu dinheiro, janeiro e julho deixaram de ser meros meses de balanço; eles passaram a ser mais importantes do que isto.

O fechamento do semestre passou a ser um ponto de chegada/partida importante para a análise do planejamento estabelecido. E como já expus aquiaquiaquiaquiaquiaquiaqui e aqui a pergunta que me faço nestas horas é "como estou me saindo?"

Eis a resposta atualizada, tendo por base os dados do 1° semestre de 2017:

Ganhos/Gastos (comparação com 2016)

                               (1° sem)        (2° sem)         (anual)
▲% dos Ganhos:  +19,31%         +36,43%*        +28,24
%*
▲% dos Gastos:   +32,30%           +3,49%*        +17,75%*
*estimativa
Proporção dos Gastos com relação aos Ganhos:

             (1º sem)       (2° sem)        (anual)  
2017      81,10%        51,94%*        64,93%*
2016      73,14%        68,47%         70,71%
2015      49,05%        49,20%         49,12%
2014      43,45%        30,71%         35,98%
2013      48,49%        22,37%         33,58%
2012      45,91%        15,52%         27,45%
2011      67,71%        24,09%         40,11%
2010      66,53%        30,70%         44,55%
2009      80,14%        34,32%         51,25%

*estimativa
Meta: 50% 


Aportes - proporção dos Aportes com relação aos Ganhos:

            (1º sem)      (2° sem)       (anual)
2017     13,97%        49,18%*      33,50%*
2016     30,20%        19,73%       24,76%
2015     46,76%        48,74%       47,68%
2014     45,53%        57,84%       52,23%
2013     34,04%        65,88%       52,60%
2012     42,67%        67,89%       56,12% 
2011     16,89%        67,45%       48,36%
2010     26,80%        61,16%       46,93% 
2009     14,36%        59,37%       45,18%
*estimativa

Renda Passiva (Yield) da Carteira:

2017       2,01%*
2016       3,51%
2015       4,35%
2014      10,14%
2013      11,82%
2012       9,17%
2011       7,52%
2010       5,00%
2009       8,89%
*até junho

Meta: 10% 

Uma vez apresentadas as variáveis, passo a comentá-las.


Com relação aos Ganhos:

Como já havia adiantado em posts anteriores, o tempo de vacas magras acabaram. Se em 2015 o crescimento das receitas decorreu principalmente de forma extraordinária (o que fez com que os números deixassem muito a desejar em 2016), este ano o crescimento ocorrerá pelo aumento em definitivo do contracheque, fruto de um novo emprego mais rentável.


Com relação aos Gastos:
 
Não houve descontrole aqui, mas consolidação de nova mudança de patamar. Infelizmente.

As boas notícias do ano (FGTS + emprego novo) foram acompanhadas da necessidade de se adquirir um veículo, essencial para que eu pudesse me deslocar até o trabalho.

De qualquer forma, o foco agora é aproveitar o incremento em definitivo na renda ativa e assegurar que as despesas primeiro estabilizem, para depois começarem uma consistente trajetória de queda.

Com relação aos Aportes:


A meta de aporte semestral ficou muito, mas muito prejudicada com a aquisição do veículo, que acabou reduzindo a aplicação de dinheiro novo em 2/3 nos primeiros 6 meses de 2017.
Mas há uma boa notícia aqui... como as despesas maiores do veículo se concentraram no primeiro semestre, sigo confiante em alcançar a meta anual - com alguma folga.


Com relação ao Yield:

A base de cálculo do Yield aqui apresentado é diferente da que divulgo mensalmente, pois ela leva em conta o patrimônio bruto do fechamento do ano anterior; já o Yield divulgado mês a mês tem por base o patrimônio bruto do fechamento do mês em questão.


Em valores absolutos, houve um acréscimo de 57,53% nos proventos recebidos quando comparados ao mesmo período de 2016. Também em valores absolutos, isso corresponde a 24,77% dos Gastos no semestre. 

Como a meta do Yield é alcançar 100% das despesas, posso dizer que me faltam 3/4 de renda passiva para ser financeiramente independente. Falta muita coisa? Sim... mas seguimos avançando na direção correta.

Acredito ser importante fazer também alguns esclarecimentos.

Defini 2016 como um ano fora da curva. Muitas coisas aconteceram no campo pessoal que acabaram impactando negativamente o meu planejamento financeiro.

Como estes percalços teriam de ser trilhados em algum momento, fico feliz por tê-los encarado logo de uma vez. 

É o que costumo repetir: uma foto ruim não tem o poder de estragar um filme bom.

E 2017, pelo menos até o primeiro semestre, demonstra que o pior já passou. Ainda bem.

Como forma de não poluir demais os números num jogo de soma 0, eu acabei não acrescentando aos Ganhos o valor recebido do FGTS e aos Gastos o valor equivalente disso na aquisição do automóvel. Até porque não conto o valor dispendido no automóvel como patrimônio.


A meta de crescimento do patrimônio para 2017 é a mesma dos anos anteriores: 30%. No semestre ela cresceu 13,69%.

A divisão da carteira para 2017 ficou assim estabelecida: 80% Ações e 20% TD. Em junho ela se manteve perto disso (85-15).

Sei que a concentração em RV é um tanto perigosa, mas é um risco que o tamanho ainda reduzido do meu patrimônio, minha pouca idade e o momento da bolsa me encorajam a correr.

Os aportes do 1° semestre foram destinados para Ambev, Cielo, Portobello e Taesa. Também houve recompra de NTN-F 010127 em janeiro.

Repetindo o primeiro semestre de 2016, não ocorreram mudanças na carteira de ações nos 6 últimos meses, apenas reforços nos ativos previamente escolhidos.

Para o próximo semestre já reinvesti os cupons do TD (NTN-F 010127) e prosseguirei com o rebalanceamento da carteira, nos moldes do que já venho fazendo.

Bem, era isso. Desejo a todos um excelente segundo semestre!

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Fechamento - Junho 2017

Atualização da carteira em 30/06/2017:

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma valorização de 0,82% no mês (Ibovespa 0,30%)
... valorizou 11,72% no ano (Ibovespa 4,44%)
... tem uma rentabilidade histórica de 17,27
%
... teve um crescimento do capital de 1,54% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 119,79% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 0,11% (no ano, 1,68%)
Yield dos FII no mês: 0% (no ano, 2,52%)
Yield do TD no mês: 0% (no ano, 4,07%)
Yield em junho: 0,10% (no ano, 2,13%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:



Ações:
ABEV3     10,18% 
CIEL3       10,06% 
CMIG3       7,41% 
ELPL4        8,80%
GRND3    12,58%
ITUB3       11,98%
PTBL3       5,32%
TAEE11     8,11%
VALE5      15,41% 
WEGE3   10,13%

TD:
NTN-F 010121 54,41% 
NTN-F 010123 17,89
NTN-F 010125 17,66%
NTN-F 010127 10,04%

A vida é um sopro. Sempre lembro desta frase ao final de cada mês, mas o susto é maior quando percebo ter sido o semestre que escorreu por entre meus dedos.

Mas falemos da carteira. Pouco, porque o tempo tem faltado para quase tudo.

Proventos:

- ITUB3:     R$0,015/ação
- PTBL3:  R$0,003/ação*
- CMIG3:  R$0,128/ação*


*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.


Compras de junho: Taesa.

Proventos previstos para julho: ITUB3 (R$0,015/ação) e ABEV3 (R$0,16/ação).

Bom, era isso. Um ótimo mês de julho a todos!

terça-feira, 20 de junho de 2017

Proventos e Investimentos - Junho 2017

Parcial de junho: 


Carteira -2,60% x -3,10% Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 0% no mês (4,07%* no ano)

FII (dividendos)

Yield de 0% no mês (2,52% no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,015/ação
- PTBL3 R$0,003/ação*
- CMIG3 R$0,128/ação*

Yield de 0,11% no mês (1,68% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Aporte: Taesa.

Bom, era isso. Bom final de junho a todos!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Fechamento - Maio 2017

Atualização da carteira em 31/05/2017:

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma valorização de -1,56% no mês (Ibovespa -4,12%)
... valorizou 10,90% no ano (Ibovespa 4,12%)
... tem uma rentabilidade histórica de 16,46
%
... teve um crescimento do capital de -0,64% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 116,44% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 0,42% (no ano, 1,58%)
Yield dos FII no mês: 0% (no ano, 2,52%)
Yield do TD no mês: 0% (no ano, 4,07%)
Yield em maio: 0,37% (no ano, 2,05%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:
Ações 85,90%
TD      14,10%


Ações:
ABEV3     10,50% 
CIEL3        9,41% 
CMIG3       7,04% 
ELPL4        8,69%
GRND3    13,02%
ITUB3       11,99%
PTBL3       6,00%
TAEE11     7,49%
VALE5      14,90% 
WEGE3   10,96%

TD:
NTN-F 010121 54,47% 
NTN-F 010123 17,85
NTN-F 010125 17,64%
NTN-F 010127 10,04%

Quinto mês do ano, terceiro mês seguido no vermelho. Segue o jogo.

Proventos:

- ITUB3:     R$0,015/ação
- GRND3:  R$0,31/ação*
- TAEE11:  R$0,98/ação*


*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.


Compras de maio: Cielo, Portobello e Taesa.

Na última semana de abril começou a divulgação dos balanços do primeiro trimestre de 2017. As divulgações seguirão até a segunda semana de maio.

Segue relação dos ativos da minha carteira de ações com seus respectivos resultados do 1t17:

Ambev:        R$ 2,290B
Cielo:           R$1,046B
Cemig:         R$ 343M
Eletropaulo: R$ 12,5M
Grendene:   R$ 172M
Itaú:             R$ 5,878B
Portobello:   R$ 20M
Taesa:         R$ 201M
Vale:            R$ 7,942B
Weg:           R$ 257M


Proventos previstos para junho: ITUB3 (R$0,015/ação) e CMIG3 (R$0,13/ação*).

Bom, era isso. Um ótimo mês de junho a todos!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Proventos e Investimentos - Maio 2017

Parcial de maio: 


Carteira -1,41% x -4,23% Ibovespa 

Proventos:

Tesouro Direto (cupons)

Yield de 0% no mês (4,07%* no ano)

FII (dividendos)

Yield de 0% no mês (2,52% no ano)

Ações (dividendos e JCP)

- ITUB3 R$0,015/ação
- GRND3 R$0,31/ação*
- TAEE11 R$0,99/ação*

Yield de 0,42% no mês (1,58% no ano)

*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.

Aporte: Cielo, Portobello e Taesa.

Bom, era isso. Bom final de maio a todos!

sábado, 29 de abril de 2017

Fechamento - Abril 2017

Atualização da carteira em 28/04/2017:

Com base na planilha de cotas do AdP, a carteira...

 

... teve uma valorização de -0,62% no mês (Ibovespa 0,64%)
... valorizou 12,80% no ano (Ibovespa 8,59%)
... tem uma rentabilidade histórica de 18,51
%
... teve um crescimento do capital de -1,49% no mês
... tem um crescimento do capital histórico de 117,83% (jan/2013).

Com relação aos proventos (calculados pelo preço médio de compra dos ativos):

Yield das ações no mês: 0,61% (no ano, 1,18%)
Yield dos FII no mês: 0,46% (no ano, 2,52%)
Yield do TD no mês: 0% (no ano, 4,07%)
Yield em abril: 0,57% (no ano, 1,70%)


 
Já a divisão da carteira ficou assim:



Ações:
ABEV3     10,24% 
CIEL3        9,54% 
CMIG3       8,41% 
ELPL4      10,54%
GRND3    12,20%
ITUB3       12,64%
PTBL3       4,41%
TAEE11     6,64%
VALE5      15,16% 
WEGE3   10,22%

TD:
NTN-F 010121 54,20% 
NTN-F 010123 17,92
NTN-F 010125 17,78%
NTN-F 010127 10,10%

Mais um mês de muita correria. Cidade nova, rotina diferente e muito a aprender.

Aos poucos as coisas vão se acertando na vida profissional - o que acabou por me encorajar a ser mais criterioso e menos tolerante com relação aos ativos da carteira.

Se fiz boas ou más escolhas, só o tempo dirá. Neste momento, fico feliz por pagar um custo muito pequeno para fazer estas correções de rota na minha vida financeira.

Chega de divagações, vamos aos números.

Proventos:

- XPGA11:  R$1,00/cota.
- ITUB3:     R$0,015/ação
- GRND3:  R$0,43/ação*
- VALE5:     R$0,77/ação*


*valores líquidos, já descontado o IR correspondente.


Bonificação:

- CIEL3: 1:5 (20%) com preço de R$ 2,65/ação.

Compras de abril: Taesa (saídas de XPGA11 e BCFF11b).

Não considero com isto ter desistido dos FIIs, apenas não vislumbro motivos para aportar mais dinheiro num fundo que vem patinando vai algum tempo (proposta de aumento de capital de BCFF11b), tampouco aprovo a ideia de mascarar más escolhas de alocação por parte do administrador incorporando o fundo num outro maior (fusão do XPGA11 com o MXRF11).

Como o dinheiro proveniente da troca foi maior que a compra de Taesa e como eu também não consegui tempo neste finalzinho de mês para reaplicar os proventos recebidos, o capital da carteira caiu mais que a rentabilidade mensal. Tal distorção será corrigida em maio.

Ainda assim, a carteira voltou a ter 10 ativos na renda variável e o foco continua sendo equipará-los percentualmente.

Na última semana de abril começou a divulgação dos balanços do primeiro trimestre de 2017. As divulgações seguirão até a segunda semana de maio.

Segue relação dos ativos da minha carteira de ações com seus respectivos resultados do 1t17 (ou sua data de divulgação):

Ambev:        04/05/17
Cielo:           02/05/17
Cemig:        ??/??/??
Eletropaulo: 05/05/17
Grendene:   R$ 172M
Itaú:             03/05/17 
Portobello:   05/05/17
Taesa:         05/05/17
Vale:            R$ 7,942B
Weg:           R$ 257M


Proventos previstos para maio: ITUB3 (R$0,015/ação) e GRND3 (R$0,31/ação*).

Bom, era isso. Um ótimo mês de maio a todos!