Aprenda como se você fosse viver para sempre; viva como se você fosse morrer amanhã. (Gandhi)
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Proventos e ivestimentos - Dezembro 2013
O mês de dezembro já passou da metade, e só um milagre tira minha carteira do vermelho. Até o momento, ela sofre queda de 4,41% no mês, contra 4,56% do Ibovespa.
Como o último mês do ano geralmente é acompanhado de proventos extraordinários, nada tenho a me queixar: JCP e dividendos de CMIG3 (R$0,89/ação*); dividendos de XPGA11 (R$1,20/cota) e BCFF11b (R$0,84/cota).
* valores líquidos, já descontado o IR correspondente.
Fora isso, bonificação de ABEV3 e CMIG3 (esta em papéis PN), mais JCP de ETER3, todos eles sendo pagos em 2014.
Com relação ao aporte mensal, este mês ele vai para Grendene (GRND3). O objetivo é alcançar, o mais rápido possível, a posição mínima da carteira.
Já o aporte residual vai para NTN-F 010123. Assim, garanto um rendimento extra no dia 1º e ainda asseguro uma tributação menor quando for receber o pagamento do próximo cupom, em julho.
Boa semana a todos!
______________________________
Errata: o valor da rentabilidade de dezembro foi calculado errado. Fiz o parcial comparando com o fechamento de outubro, e não com o de novembro.
Em resumo: a carteira estava no vermelho, mas num percentual bem menor que o calculado acima.
Hoje (19/12) a rentabilidade de dezembro está em 0,65%, contra -1,62% do Ibovespa.
Abraço!
Como o último mês do ano geralmente é acompanhado de proventos extraordinários, nada tenho a me queixar: JCP e dividendos de CMIG3 (R$0,89/ação*); dividendos de XPGA11 (R$1,20/cota) e BCFF11b (R$0,84/cota).
* valores líquidos, já descontado o IR correspondente.
Fora isso, bonificação de ABEV3 e CMIG3 (esta em papéis PN), mais JCP de ETER3, todos eles sendo pagos em 2014.
Com relação ao aporte mensal, este mês ele vai para Grendene (GRND3). O objetivo é alcançar, o mais rápido possível, a posição mínima da carteira.
Já o aporte residual vai para NTN-F 010123. Assim, garanto um rendimento extra no dia 1º e ainda asseguro uma tributação menor quando for receber o pagamento do próximo cupom, em julho.
Boa semana a todos!
______________________________
Errata: o valor da rentabilidade de dezembro foi calculado errado. Fiz o parcial comparando com o fechamento de outubro, e não com o de novembro.
Em resumo: a carteira estava no vermelho, mas num percentual bem menor que o calculado acima.
Hoje (19/12) a rentabilidade de dezembro está em 0,65%, contra -1,62% do Ibovespa.
Abraço!
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Qual o valor necessário para a sua independência financeira?
Nos últimos dois meses, deixei aqui no blog uma pergunta aos frequentadores: "Que valor você considera necessário para a sua independência financeira?"
Pois bem: no dia 29 de novembro esta enquete foi encerrada. E o seu resultado deixou algumas coisas bastante claras para este que vos escreve.
Em primeiro lugar, não existe uma resposta padrão à questão apresentada. Vai depender de uma estimativa, uma previsão do que cada um de nós necessitará para viver depois de encerrado o período de acumulação.
E quanto maiores as necessidades (para muitos, os sonhos a serem contemplados), maior o montante a ser amealhado.
Para quem quiser aprofundar mais neste ponto, existe um post publicado pelo Investidor Defensivo ano passado, onde ele explica como definir o valor ideal da renda passiva tendo como foco as despesas, disponibilizando, inclusive, uma planilha para tanto. É só clicar aqui.
Em segundo lugar, tampouco existe consenso quando o assunto passa a ser a estratégia do como usufruir o capital amealhado.
Dada a diversidade de respostas, creio que existam dois grupos distintos: uma maioria que pretende consumir o principal + rendimentos e uma minoria que opta por viver apenas dos rendimentos.
E aqui começam as deduções, tendo por base também a primeira pesquisa feita aqui no blog.
Acredito que a opção da maioria seja motivada pelo fator tempo. Quando aceitam uma dilapidação gradual do principal, mesmo que pequena, acabam tendo uma menor necessidade de patrimônio para manter determinado padrão de vida.
Logo, podem se aposentar mais cedo, antes de 50 anos - desejo de nada menos que 80% dos frequentadores do blog.
Com relação à minoria, creio que o foco esteja na segurança financeira. Para estes pouco mais de 20% dos frequentadores, o período de acumulação pode ser acrescentado em até uma década, contanto que o principal, corrigido pela inflação, não seja utilizado no pagamento das despesas.
Para estas pessoas, parar de trabalhar não é o desejo primordial, mas uma das várias opções possíveis diante de um patrimônio-alvo maior.
Independente da opção escolhida, é fascinante perceber que não existe uma resposta definitiva à pergunta. Mais do que isto: ver demonstrada que cada cabeça tem o seu próprio objetivo/planejamento só aumenta o interesse de estudar as alternativas existentes - principalmente para saber o que pode ser melhorado na nossa estratégia individual.
Agora vou aproveitar o gancho do tema para fazer um desabafo.
Para a maior parte da população, ter independência financeira é o mesmo que levar uma vida de milionário. De preferência, poder levar a vida social do Rei do Camarote, enfeitar a sala com automóveis de luxo e ser assunto do mês na revista Caras. Desejar menos do que isto pode ser considerado pensar pequeno.
Algo surreal.
Não é a toa que, ao receberem uma grande quantia em dinheiro (loteria) ou bens (herança), a maior parte dos sortudos acaba dilapidando rapidamente esse patrimônio. Para eles, o importante é realizar os seus desejos imediatos, pouco se importando com questionamentos que, para mim, são imprescindíveis: este padrão de vida é compatível com o dinheiro que possuo? Se sim, por quanto tempo?
A título de exemplo, sugiro que assistam o filme nacional "Até que a sorte nos separe". Além de ser um filme bastante engraçado, demonstra muito bem o estrago que o dinheiro em excesso pode fazer numa pessoa despreparada para administrá-lo.
E em caso de dúvida sobre que estratégia tomar, faça exatamente o oposto ao praticado pelo personagem vivido pelo hilário Leandro Hassum. Não tem como errar hehehe
De resto, nada tenho a reclamar das minhas férias. Que continue assim.
Abraço a todos!
Pois bem: no dia 29 de novembro esta enquete foi encerrada. E o seu resultado deixou algumas coisas bastante claras para este que vos escreve.
Em primeiro lugar, não existe uma resposta padrão à questão apresentada. Vai depender de uma estimativa, uma previsão do que cada um de nós necessitará para viver depois de encerrado o período de acumulação.
E quanto maiores as necessidades (para muitos, os sonhos a serem contemplados), maior o montante a ser amealhado.
Para quem quiser aprofundar mais neste ponto, existe um post publicado pelo Investidor Defensivo ano passado, onde ele explica como definir o valor ideal da renda passiva tendo como foco as despesas, disponibilizando, inclusive, uma planilha para tanto. É só clicar aqui.
Em segundo lugar, tampouco existe consenso quando o assunto passa a ser a estratégia do como usufruir o capital amealhado.
Dada a diversidade de respostas, creio que existam dois grupos distintos: uma maioria que pretende consumir o principal + rendimentos e uma minoria que opta por viver apenas dos rendimentos.
E aqui começam as deduções, tendo por base também a primeira pesquisa feita aqui no blog.
Acredito que a opção da maioria seja motivada pelo fator tempo. Quando aceitam uma dilapidação gradual do principal, mesmo que pequena, acabam tendo uma menor necessidade de patrimônio para manter determinado padrão de vida.
Logo, podem se aposentar mais cedo, antes de 50 anos - desejo de nada menos que 80% dos frequentadores do blog.
Com relação à minoria, creio que o foco esteja na segurança financeira. Para estes pouco mais de 20% dos frequentadores, o período de acumulação pode ser acrescentado em até uma década, contanto que o principal, corrigido pela inflação, não seja utilizado no pagamento das despesas.
Para estas pessoas, parar de trabalhar não é o desejo primordial, mas uma das várias opções possíveis diante de um patrimônio-alvo maior.
Independente da opção escolhida, é fascinante perceber que não existe uma resposta definitiva à pergunta. Mais do que isto: ver demonstrada que cada cabeça tem o seu próprio objetivo/planejamento só aumenta o interesse de estudar as alternativas existentes - principalmente para saber o que pode ser melhorado na nossa estratégia individual.
Agora vou aproveitar o gancho do tema para fazer um desabafo.
Para a maior parte da população, ter independência financeira é o mesmo que levar uma vida de milionário. De preferência, poder levar a vida social do Rei do Camarote, enfeitar a sala com automóveis de luxo e ser assunto do mês na revista Caras. Desejar menos do que isto pode ser considerado pensar pequeno.
Algo surreal.
Não é a toa que, ao receberem uma grande quantia em dinheiro (loteria) ou bens (herança), a maior parte dos sortudos acaba dilapidando rapidamente esse patrimônio. Para eles, o importante é realizar os seus desejos imediatos, pouco se importando com questionamentos que, para mim, são imprescindíveis: este padrão de vida é compatível com o dinheiro que possuo? Se sim, por quanto tempo?
A título de exemplo, sugiro que assistam o filme nacional "Até que a sorte nos separe". Além de ser um filme bastante engraçado, demonstra muito bem o estrago que o dinheiro em excesso pode fazer numa pessoa despreparada para administrá-lo.
E em caso de dúvida sobre que estratégia tomar, faça exatamente o oposto ao praticado pelo personagem vivido pelo hilário Leandro Hassum. Não tem como errar hehehe
De resto, nada tenho a reclamar das minhas férias. Que continue assim.
Abraço a todos!
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Nova ação da carteira: Grendene (GRND3)
Como já havia explicado em posts anteriores, possuo dois objetivos para
2013: diversificar a carteira e também diversificar os ativos
pertencentes a cada subdivisão dela.
Aproveitando uma contingência de mercado, a saber, uma queda da cotação superior a 20% nos últimos meses, adicionei as primeiras ações da Grendene S/A (GRND3) à carteira de Renda Variável.
Optei por esta ação em detrimento das demais por considerar tal correção acentuada por demais. Os fundamentos da empresa em questão não pioraram, muito pelo contrário. Sem falar que considero não só importante, mas fundamental possuir tanto empresas de dividendos quanto de crescimento num portfólio que visa o longo prazo.
Pesou também na escolha a constatação que as demais ações analisadas estão mais caras que GRND3 no momento. E deverão seguir mais caras até que eu consiga alcançar os 10% de posição relevante para o ativo, o que me garante foco enquanto aguardo por um melhor momento de entrada.
Uma boa semana a todos!
Aproveitando uma contingência de mercado, a saber, uma queda da cotação superior a 20% nos últimos meses, adicionei as primeiras ações da Grendene S/A (GRND3) à carteira de Renda Variável.
Optei por esta ação em detrimento das demais por considerar tal correção acentuada por demais. Os fundamentos da empresa em questão não pioraram, muito pelo contrário. Sem falar que considero não só importante, mas fundamental possuir tanto empresas de dividendos quanto de crescimento num portfólio que visa o longo prazo.
Pesou também na escolha a constatação que as demais ações analisadas estão mais caras que GRND3 no momento. E deverão seguir mais caras até que eu consiga alcançar os 10% de posição relevante para o ativo, o que me garante foco enquanto aguardo por um melhor momento de entrada.
Uma boa semana a todos!
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Fechamento - Novembro 2013
Novembro foi um mês turbulento para a bolsa brasileira. Em boa parte consequência das barbeiragens decorrentes da política econômica pra lá de intervencionista e desenvolvimentista do nosso país.
Quanto a mim e minha carteira, novembro deixa como lembrança um gostinho amargo de ressaca. Faz parte. Os meses imediatamente anteriores foram muito bons e era previsível que alguma correção fosse feita por parte do mercado.
De qualquer forma, novembro foi um mês muito bom para a renda passiva, com o recebimento de proventos provenientes de várias fontes: CRUZ3(R$0,03/ação*), XPGA11 (R$1,05/cota), BCFF11b (R$0,84/cota), ELPL4 (R$0,29/ação*) e BBAS3 (R$0,07/ação*).
* valores líquidos, já descontado o IR correspondente.
Também foi um mês positivo pela venda de BBAS3, cujo capital, somado ao aporte acabaram possibilitando a entrada de Eternit na carteira a um preço bastante convidativo. Também foi possível fazer o balanceamento do portfólio da RV com o dinheiro restante (compras de Ambev e Souza Cruz no fracionário).
Com relação à renda fixa e aos FII, nenhuma novidade: preços oscilando, proventos na conta. E vida que segue.
Resultados
Baseando-me na planilha de cotas do amigo Além da Poupança, a carteira desvalorizou-se -3,60% no mês, o que elevou as perdas no ano para -6,55%.
Por seu turno, a carteira fechou novembro assim:
Na divisão com base nos ativos, estou no momento com:
Ações: VALE5 28,5%; CMIG3 26%; ABEV3 11,8%; CRUZ3 11,4%; ELPL4 11% e ETER3 11,3%.
FII: XPGA11 53,8%; BCFF11b 46,2%
TD: NTN-F 010121 91,5%; NTN-F 010123 8,5%
Perspectivas para dezembro
Férias. Simples assim. E quer coisa melhor?
Como viajar este ano não é uma opção, aproveitarei o tempo livre para fazer o estudo intensivo que muitos concurseiros de meio período sonham. Assim, chego nas provas de janeiro/fevereiro com a faca entre os dentes.
Para os que porventura critiquem esta escolha, informo que pelo meu planejamento ótimo tampouco poderei gozar férias em 2014, pois no emprego novo necessitarei cumprir 12 meses de trabalho ininterrupto para adquiri-las. Mas com sorte haverá banco de horas ou recesso no final do ano, e assim poderei viajar com minha namorada - este ano não tivemos essa opção.
Com relação à carteira, o balanceamento das ações abriu um bom leque de possibilidades, que serão analisadas tendo-se por premissa a alocação do dinheiro das férias, 1/2 do meu 13º e ainda proventos decorrentes dos FIIs e também de Cemig.
Algumas possibilidades em estudo:
- poderei seguir comprando as ações que já possuo, reduzindo a distância das mesmas com relação a Cemig e Vale;
- poderei partir para um novo ativo - e meus estudos apontam CIEL3, SBSP3, NATU3, HGTX3 e PSSA3 para este posto;
- e, finalmente, poderei focar os aportes em renda fixa ou na compra de um novo FII.
Para finalizar, agradeço a todos que votaram na enquete referente ao valor que cada investidor considera necessário para a sua IF. Com base nas respostas tocarei no assunto ainda no mês vindouro. Bom inicio de dezembro a todos!
Quanto a mim e minha carteira, novembro deixa como lembrança um gostinho amargo de ressaca. Faz parte. Os meses imediatamente anteriores foram muito bons e era previsível que alguma correção fosse feita por parte do mercado.
De qualquer forma, novembro foi um mês muito bom para a renda passiva, com o recebimento de proventos provenientes de várias fontes: CRUZ3(R$0,03/ação*), XPGA11 (R$1,05/cota), BCFF11b (R$0,84/cota), ELPL4 (R$0,29/ação*) e BBAS3 (R$0,07/ação*).
* valores líquidos, já descontado o IR correspondente.
Também foi um mês positivo pela venda de BBAS3, cujo capital, somado ao aporte acabaram possibilitando a entrada de Eternit na carteira a um preço bastante convidativo. Também foi possível fazer o balanceamento do portfólio da RV com o dinheiro restante (compras de Ambev e Souza Cruz no fracionário).
Com relação à renda fixa e aos FII, nenhuma novidade: preços oscilando, proventos na conta. E vida que segue.
Resultados
Baseando-me na planilha de cotas do amigo Além da Poupança, a carteira desvalorizou-se -3,60% no mês, o que elevou as perdas no ano para -6,55%.
Por seu turno, a carteira fechou novembro assim:
Na divisão com base nos ativos, estou no momento com:
Ações: VALE5 28,5%; CMIG3 26%; ABEV3 11,8%; CRUZ3 11,4%; ELPL4 11% e ETER3 11,3%.
FII: XPGA11 53,8%; BCFF11b 46,2%
TD: NTN-F 010121 91,5%; NTN-F 010123 8,5%
Perspectivas para dezembro
Férias. Simples assim. E quer coisa melhor?
Como viajar este ano não é uma opção, aproveitarei o tempo livre para fazer o estudo intensivo que muitos concurseiros de meio período sonham. Assim, chego nas provas de janeiro/fevereiro com a faca entre os dentes.
Para os que porventura critiquem esta escolha, informo que pelo meu planejamento ótimo tampouco poderei gozar férias em 2014, pois no emprego novo necessitarei cumprir 12 meses de trabalho ininterrupto para adquiri-las. Mas com sorte haverá banco de horas ou recesso no final do ano, e assim poderei viajar com minha namorada - este ano não tivemos essa opção.
Com relação à carteira, o balanceamento das ações abriu um bom leque de possibilidades, que serão analisadas tendo-se por premissa a alocação do dinheiro das férias, 1/2 do meu 13º e ainda proventos decorrentes dos FIIs e também de Cemig.
Algumas possibilidades em estudo:
- poderei seguir comprando as ações que já possuo, reduzindo a distância das mesmas com relação a Cemig e Vale;
- poderei partir para um novo ativo - e meus estudos apontam CIEL3, SBSP3, NATU3, HGTX3 e PSSA3 para este posto;
- e, finalmente, poderei focar os aportes em renda fixa ou na compra de um novo FII.
Para finalizar, agradeço a todos que votaram na enquete referente ao valor que cada investidor considera necessário para a sua IF. Com base nas respostas tocarei no assunto ainda no mês vindouro. Bom inicio de dezembro a todos!
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Mudanças na carteira
Notícias da carteira Longe do Limite:
Saiu Banco do Brasil.
Motivo: acionou o stop loss pela parte da manhã. Simples assim. Não queria vender, mas melhor garantir 10% de lucro que depois passar o resto do ano arrependido de não ter protegido o capital.
Entrou Eternit.
Motivos: já estava no radar; preço abaixo de R$9,00; dinheiro da venda de BBAS3 estava na conta da Corretora.
Aproveitei também para comprar Ambev até os 10% do patamar mínimo. E ainda sobrou uma graninha, que será empregada em tempo oportuno para recomprar BBAS3, reforçar posições em outros ativos ou comprar um ativo diferente.
Nota mental: lembrar de ir alterando o stop loss. Poderia ter aproveitado melhor a alta da ação.
Saiu Banco do Brasil.
Motivo: acionou o stop loss pela parte da manhã. Simples assim. Não queria vender, mas melhor garantir 10% de lucro que depois passar o resto do ano arrependido de não ter protegido o capital.
Entrou Eternit.
Motivos: já estava no radar; preço abaixo de R$9,00; dinheiro da venda de BBAS3 estava na conta da Corretora.
Aproveitei também para comprar Ambev até os 10% do patamar mínimo. E ainda sobrou uma graninha, que será empregada em tempo oportuno para recomprar BBAS3, reforçar posições em outros ativos ou comprar um ativo diferente.
Nota mental: lembrar de ir alterando o stop loss. Poderia ter aproveitado melhor a alta da ação.
sábado, 9 de novembro de 2013
Proventos e investimentos - Novembro 2013
Carteira em baixa até o momento em novembro. -2,41% contra -3,67% do Ibovespa.
Caso nenhum pagamento extraordinário se confirme, os proventos do mês serão bem modestos quando comparados com os de outubro: JCP de CRUZ3 (R$0,02/ação*); dividendos de XPGA11 (R$1,05/cota) e BCFF11b (R$0,84/cota).
* valores líquidos, já descontado o IR correspondente.
Por outro lado, novembro sempre foi um mês que passava em branco quanto a renda passiva, o que demonstra mais uma vez a boa evolução da carteira no quesito fluxo de caixa.
Com relação ao aporte, algumas colocações.
Tanto o aporte mensal (fixo) quanto o residual serão aplicados em ações.
Este mês, o foco dos aportes foi e será Ambev (antes AMBV3, agora ABEV3).
O verbo ir foi conjugado em dois tempos verbais na frase acima por motivos distintos:
- ele se encontra no pretérito perfeito porque decidi ser ganancioso quando o mercado aparentou ter medo. Em outras palavras, aproveitei a queda temporária do ativo, fruto de um lucro líquido trimestral menor, para aumentar a exposição do papel para 5% da carteira de ações.
- ele se encontra no futuro do presente porque considero a migração da ação para o Novo Mercado e o aumento da sua liquidez com o desmembramento de 1:5 pontos favoráveis para uma valorização maior da empresa no curtíssimo prazo - mas dentro de um patamar que não será prejudicial aos meus aportes futuros.
Até o momento, a decisão tem sido acertada. O papel já acumula alta de 4,8% desde que entrou para a carteira, o que amenizou um pouco as perdas do mês. Fico na torcida para que ele não dispare, contudo, haja vista que estou apenas na metade da quantidade a ser adquirida.
De resto, espero que este movimento baixista nas bolsas emergentes seja revertido, como forma de termos mais um bom fechamento em novembro. Bom final de semana a todos!
Caso nenhum pagamento extraordinário se confirme, os proventos do mês serão bem modestos quando comparados com os de outubro: JCP de CRUZ3 (R$0,02/ação*); dividendos de XPGA11 (R$1,05/cota) e BCFF11b (R$0,84/cota).
* valores líquidos, já descontado o IR correspondente.
Por outro lado, novembro sempre foi um mês que passava em branco quanto a renda passiva, o que demonstra mais uma vez a boa evolução da carteira no quesito fluxo de caixa.
Com relação ao aporte, algumas colocações.
Tanto o aporte mensal (fixo) quanto o residual serão aplicados em ações.
Este mês, o foco dos aportes foi e será Ambev (antes AMBV3, agora ABEV3).
O verbo ir foi conjugado em dois tempos verbais na frase acima por motivos distintos:
- ele se encontra no pretérito perfeito porque decidi ser ganancioso quando o mercado aparentou ter medo. Em outras palavras, aproveitei a queda temporária do ativo, fruto de um lucro líquido trimestral menor, para aumentar a exposição do papel para 5% da carteira de ações.
- ele se encontra no futuro do presente porque considero a migração da ação para o Novo Mercado e o aumento da sua liquidez com o desmembramento de 1:5 pontos favoráveis para uma valorização maior da empresa no curtíssimo prazo - mas dentro de um patamar que não será prejudicial aos meus aportes futuros.
Até o momento, a decisão tem sido acertada. O papel já acumula alta de 4,8% desde que entrou para a carteira, o que amenizou um pouco as perdas do mês. Fico na torcida para que ele não dispare, contudo, haja vista que estou apenas na metade da quantidade a ser adquirida.
De resto, espero que este movimento baixista nas bolsas emergentes seja revertido, como forma de termos mais um bom fechamento em novembro. Bom final de semana a todos!
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